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15/02/2016A sociedade civil, juntamente com instituições mais uma vez vem somar forças na guerra ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Em reunião nesta sexta-feira (12), as seguintes entidades confirmaram sua participação no mutirão deste sábado (13), Bombeiros, Associação Comercial e Industrial de Chapeco (ACIC), LIONS, BRF e Marinha do Brasil.
As atividades do mutirão serão desencadeadas simultaneamente em vários pontos de Chapecó a partir das 7h30 com término previsto para as 11h30. O trabalho terá como linha de ação, alertar a população sobre a necessidade eliminar os potenciais criadouros do mosquito. Além de realizar a orientação, um dos objetivos da atividade será abranger as residências que estão fechadas durante a semana, horário em que as pessoas estão trabalhando.
A Secretária de Saúde, Caroline Constanci Bettanin, assinala que mesmo antes do surgimento do primeiro caso da doença em Chapecó, ano de 2013, um trabalho de eliminação de seus possíveis criadouros foi desencadeado tendo sequência até os dias atuais. “É importante destacar que o poder público não tem medidos esforços no combate ao mosquito. Porém é fundamental que a população faça a sua parte na eliminação da água parada” reforça.
Trabalho desenvolvido
O coordenador da Vigilância Ambiental, Junir Antônio Lutinski, afirma que com o objetivo de eliminar qualquer possível habitat das larvas do mosquito os agentes de endemias têm diariamente visitado residências e estabelecimentos comerciais do município. Um trabalho que envolve a cobertura de caixas de água, recolhimento de pneus, além de verificação dos pontos estratégicos. Dentro da estratégia de prevenção a Dengue, Chikungunya, e Zika, as equipes de saúde da Secretaria também têm orientado as gestantes quanto ao uso do repelente.
Fiscalização e atendimento as denúncias
A partir do momento em que os agentes de combates a endemias tomam conhecimento de uma área de risco (presença de água acumulada e de recipientes que possam acumular água), é desencadeado todo um trabalho para erradicação deste cenário.
Passo a passo…
Diálogo e orientação com o proprietário e a comunidade na tentativa de sanar o problema.
Caso não seja possível, é redigido um comunicado para a Vigilância Ambiental (zoonoses@chapeco.sc.gov.br) ou ligação para 33191407.
Uma equipe da vigilância fará uma visita e inspeção no local.
Em caso de mato alto e depósito de lixo pode entrar em contato direto com o setor de Fiscalização de Obras e Posturas.
As multas podem variar de 1.000 a 20.000 UFRM (R$3.300 a R$ 60.000).
Orientação à população:
– Não jogue lixo no quintal, terrenos baldios e vias públicas. Este material exposto à chuva é o maior criadouro do mosquito Aedes em Chapecó;
– Mantenha cisternas, tambores e latas com água bem fechados. Os recipientes com água da chuva representam o segundo maior tipo de criadores de mosquitos na cidade de Chapecó;
– Não deixe piscinas plásticas ou de lona com água por mais de três dias, além de esfregar as bordas para afastar o risco da permanência de ovos do mosquito. Estas piscinas representam a terceira maior causa de criação de mosquito na cidade.
– Uso diário do repelente e colocação de telas em janelas.
AÇÕES DE COMBATE A DENGUE
|
|
2013 |
2014 |
2015 |
2016 |
|
Coberturas de Caixas de água |
700 |
1.037 |
1.292 |
216 |
|
Recolhimento de pneus |
51.800 |
161.327 |
109.634 |
16.036 |
|
Palestras educativas |
4.425 |
24.209 |
38.948 |
4.912 |
|
Borrifações |
350 |
302 |
6.045 |
636 |
|
Visitas Domiciliares |
250.000 |
260.546 |
286.813 |
42.000 |
|
Nº de focos |
1.089 |
2.686 |
846 |
72 |
Atualizado em 11 /02/2016
Chapecó
• 2014 – 3 casos importados
• 2015 – 34 casos autóctones + 13 importados
• 2016 – 01 caso autóctone + 11 importados, 34 aguardando resultado de exames.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação Social – 3321-8433
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